
... com links roubados do Journalista!
Esta HQ tem um visual fascinante para todas as idades...
lembrou até alguns trabalhos de Lorenzo Mattotti misturado com Newton Foot, Lélis, etc.
http://comicrazys.com/2009/01/09/the-world-is-round-graphic-novel-1983-oscar-grillo/
Alan Moore parodiando o Demolidor de Frank Miller
http://community.livejournal.com/scans_daily/6950928.html
Freud Comics, como se fossem desenhados por Jack Kirby!
http://zeitgeist.numachi.com/chromefetus/Freud1.html
Mais homenagens tiração de onda com Jack Kirby. Por Roger Langridge.
http://hotelfred.blogspot.com/2008/12/we-all-live-in-future-now.html
"Terry e Os Piratas", em quadrinhos que vinham de brinde de uma empresa alimentícia americana.
http://pappysgoldenage.blogspot.com/2009/01/number-450-terry-gives-it-away-who-made.html
Que coisa linda esses "Silly Simphony". Wal Disney Annual.
http://goldenagecomicbookstories.blogspot.com/2009/01/walt-disney-annual-published-by-whitman.html
Publicidade de Frank Zappa e o Mothers of Invention.
http://learning2share.blogspot.com/2009/01/frank-zappas-united-mutations-fan-club.html
"The Recently Deflowered Girl"... desenhos de Edward Gorey!
http://www.joeydevilla.com/2009/01/10/the-recently-deflowered-girl-1965-illustrated-by-edward-gorey/
algumas gags de Charles Addams.
http://hairygreeneyeball.blogspot.com/2009/01/more-chas-addams.html
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
balaio de quadrinhos
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gr
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terça-feira, 30 de setembro de 2008
Forever People
Passei esses dias entretido com algumas novas (velhas) histórias em quadrinhos. Especialmente com "Forever People" de Jack Kirby, "Visões de 2020" de Jamie Delano e Frank Quitely, "Sgt. Rock" de Kanigher e Kubert.
Forever People é uma das revistas que Jack Kirby quando saiu da Marvel e começou a trabalhar novamente com a DC, em 1970. Eram várias revistas em que ele fazia roteiro, arte e edição, com sua energia prodigiosa e imaginação infinita. Estes títulos formavam o chamado "Quarto Mundo" (Fourth World), uma explosão de novos personagens e conceitos. O personagem que se tornou mais famoso foi justamente o vilão da saga, Darkseid. "Mister Miracle", "New Gods", "Forever People" e "Jimmy Olsen" se interligavam, mesmo indepentes, e mostravam a evolução de uma grande história. Mas para tristeza de Kirby e dos fãs, a DC resolveu parar com as publicações, que não obtiveram o retorno finaceiro esperado.
De certa forma, essas revistas foram um precedente para a grandiosa saga interligada "Sete Soldados da Vitória", de Grant Morrison, que consistia em sete mini-séries indepentes.
Ironicamente, Morrison teve seu pior momento na mini do Senhor Milagre, um dos personagens de Kirby. O roteiro, que pretendia reformular o conceito do Quarto Mundo, foi simplesmente pífio, e a arte ficou muito abaixo do nível das outras minis que compunham a saga (com exceção para o número desenhado por Pascual Ferry). No entanto, Morrison obteve sucesso absoluto ao revitalizar duas outras criações de Kirby, o "Guardião de Manhattan" e "Klarion, the witch boy" (os pontos altos, junto com Frankestein).
Forever People talvez seja inédito no Brasil. Se houver alguma edição desse material, deve ser muito antiga, perdido em revistas da Ebal ou coisas do tipo. Outros títulos dessa fase de Kirby foram publicados aqui, como Novos Deuses e Senhor Milagre. Mas vale salientar que essa edição importada de Forever People que eu peguei tem vantagens muito fortes em relação a essas publicações recentes da Opera Graphica. Porque ela é respeita o formato americano original, enquanto estas outras diminuem o tamanho das páginas. E também porque ela vem com tons de cinza (as séries não foram feitas para publicar em preto e branco chapado, como nas edições da Opera Graphica, mas sim em colorido, e os tons de cinza dão uma idéia mais próxima do resultado original.) Além, é claro, do texto original.
Triste saber, no entanto, que a DC Comics na época fez interferências nesse trabalho. O Superman que aparece no primeiro número foi redesenhado por outra pessoa. E forçaram Kirby a incluir uma participação do Desafiador (Deadman) que, aliás, fica péssimo no traço dele.
Ah, e acabo de descobrir um link interessante sobre o criador:
http://jackkirbycomics.blogspot.com/
http://kirbymuseum.org/blogs/kirby/
por hoje é só, folks!
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Bonito, né, Paul Pope

Acabo de reler Batman : Ano 100.
Talvez eu não tivesse relido, não fosse a falta de HQs novas à disposição no meu quarto, naquela noite de insônia. A trama é apenas regular, mas o resultado é bem feito e honesto. É assistir um bom filme de ação, saca? Nada que te emocione demais, mas o suficiente para te manter entretido por duas horas. Mas tudo isso feito com um estilo forte e bem pessoal, com toques originais.
E agora descobri o Flickr do homem: Paul Pope.
Pode visitar que tá bem recheadinho de desenhos, serigrafias, qwadrinhos, etc. Ele é um caso bem curioso e atípico na indústria americana de quadrinhos. PQP, o cara simplesmente transborda talento e bom gosto. Acima de tudo, o cara é extremamente aberto quanto as influências. Do mangá à Banda Desenhada européia, ele reprocessa tudo isso para o contexto dos quadrinhos mainstream americanos.
Tudo bem, Frank Miller também fez isso nos anos80... (e faz sentido a comparação, pois sem as obras de Miller com o Batman não existiria Batman: Ano 100) mas o traço de Paul Pope é muito mais delicado, além dos temas serem mais variados e a posição política mais libertária. Reflete uma fusão mais homogênea dessa influências. Além de que Pope começou e tem um pé nos quadrinhos alternativos... Na verdade, nem conheço o cara a fundo assim, mas sempre há um uso maior de referências, uma coisa que pressupõe um maior refinamento do leitor. Às vezes Frank Miller é demasiadamente descerebrado...
Além de tudo, Paul Pope é incrivelmente bonito! (amplie: ele é o da esquerda, sem barba na foto, é tipo uma versão mais galã italiano do Ariel Pink)
Como é possível? Que inveja.
Diferente da maioria dos nerds que geralmente escrevem ou desenham HQs do Batman, ele tem interesses mais variados... talvez um dos caras que mais tenham a ver com ele nos quadrinhos americanos seja Mike Allred... eles partilham uma certa sofisticação e um uso de referências pop que estão além do mero culto aos quadrinhos de super-herói.
BRASIL - Tem pouca coisa dele publicada no país. Que eu saiba, tem a ótima graphic novel 100% (crítica social e casos de amor em um contexto de ficção científica), um quadrinho curto do John Constantine em Vertigo Inverno (massa), além de Batman: Berlin (muito legal, na linha O que aconteceria se Bruce Wayne tivesse nascido na Alemanha?). Todos esses que eu citei foram publicados pela Opera Graphica, mas o Batman: Ano 100 saiu pela Panini Comics.
Pra finalizar, só dar um toque sobre recentes trabalhos de PP. Segundo a Wikipedia, o cara tá fazendo graphic novels, Battling Boy para a First Second Books, e La Chica Bionica paraa Dargaud. E olha o item de colecionador aí embaixo. Coisa de louco essa capa baseada em Sergio Leone.
Harmonica Man, an edition of 50.
16 1/4 x 33 1/2 inches (image size)
19 1/4 x 36 1/2 inches (paper size)
17 color screenprint on Coventry Rag 320 gsm
Printed at Axelle Editions
$200
forthestate.com/
thjatsallfolkkksssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss !
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
links visuais!
Jimmy Swinnerton. Tá ruim tá ótimo! Algumas tiras das antigas lindas!
Aqui um negócio mais contemporâneo, do Ken Dahl.
Bizarrices do Basil Wolverton !
Bizarrices extremamente bizarras de japoneses Junji Ito e Shintaro Kago: Cuidado!
Milt Gross
Isso aqui promete! Barker de Klaus Nordling, HQ curta!
Gravuras iradaas como esta ->>
Pin-ups de Enoch Bolles!
Livros infantis do regime soviético!
Of course, tudo roubado do Journalista!
e por aí vai...
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terça-feira, 15 de abril de 2008
conserve os seus quadrinhos!
Sobre conservação de quadrinhos, é um assunto que preciso aprender mais profundamente. Será que eu vou virar nerd? tá, eu já sou.
através do Mundo Fantasma
.
aqui também
.
falando de preços....
Esse desenho na New Yorker, creio que seja de Adrian Tomine. Muito legal né ?
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007
SUPERMAN ... morrison/quitely/grant.

O sujeito é careca e chama-se Grant Morrison, o super roteirista. O Frank Quitely tem algum cabelo e é um super desenhista. ALL-STAR SUPERMAN está sendo publicada no Brasil pela Panini, sob o título GRANDES ASTROS SUPERMAN . É interessante e desvinculada de cronologias e continuidades - uma revista onde Morrison tinha carta branca pra fazer a sua versão do Super. Lê-se como se fosse mitologia (tem participação de Sansão e Atlas no número 3), ou como um filme bem ágil... é super-bem-feito enquanto HQ, o Quitely tá desenhando muito e nunca deixa o design das páginas nos entediar. Deve ser mencionado também o tal do Jamie Grant, que é responsável pela arte-final digital e pelas cores, e tá fazendo um trabalho incredible. Aqui tem um fórum muito legal onde está sendo discutida a participação desta 3a figura na revista: http://www.barbelith.com/topic/22644/from/630 .
aqui uma entrevista do Morrison
http://www.silverbulletcomicbooks.com/features/112602239631900.htm
p.s.:
Vivendo e aprendendo....
Morrison e Quitely conceberam juntos a arte
de um cd do Robbie Williams.
ESTE AÍ ao lado, Intensive Care.
yef4#@@#%899rrr+
é isso. depois eu volto a esse tema....
queria falar mais sobre Morrison e inclusive sobre
OS SETE SOLDADOS DA VITÓRIA.
aquele SUPER abraço
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gr
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17:30
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